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Por que os adventistas não sabem dizer se o Grande Conflito realmente ainda existe?



Alguns meses atrás, publiquei aqui no blog o seguinte texto:


https://www.economiaeevangelismo.com/post/trono-de-deus-em-risco-a-mais-dura-mensagem-dada-por-deus-a-ellen-g-white


Ali foi argumentado, com base em textos de Ellen G. White e documentos da Conferência Geral da IASD, que o Grande Conflito está vivíssimo e que o próprio trono de Deus se encontra ameaçado em razão da demora no desenlace dessa guerra, na qual o povo santo de Deus, sob o comando de Jesus Cristo, está envolvido até o pescoço.

Mas nem todos entre nós pensam do mesmo modo... Muitos rejeitam todos os pontos ali apresentados como pertencentes a uma já derrotada e superada "teologia da última geração". Escreva essa expressão na barra de buscas do Google e os primeiros resultados trazem abertas críticas a essa "teologia". São duas das nossas principais revistas teológicas:


A Revista Adventista faz um ataque bastante claro:

https://www.revistaadventista.com.br/da-redacao/destaques/a-ultima-geracao/


A Revista Kerygma faz outro, mais acadêmico, porém não menos claro:

https://revistas.unasp.edu.br/kerygma/article/view/769


Sei que vivemos em tempos de pouca leitura, mas todo adventista faria bem em ler o que nossas principais revistas defendem. Toda ação de nossos pastores e membros leigos parte inicialmente de uma ideia que a autoriza. Atitudes, comportamentos e práticas recorrentes não saem de lugar nenhum, como se sempre tivessem sido assim. Antes, resultam das crenças amplamente divulgadas pelas mentes pensantes entre nós.

Entretanto, tenha o leitor lido os artigos ou não, o que eles basicamente fazem é chamar de "teologia da última geração" a crença de que deve haver nos últimos dias um povo santo e rejeitá-la como contrária à Bíblia e aos escritos inspirados de Ellen G. White. Aqui começa a confusão na cabeça do adventista, mas antes de tentar entendê-la, vamos primeiro tentar entender o que diz ao menos um dos artigos citados, a saber, o artigo da Revista Adventista, que é mais direto. Ele começa assim: "Descubra por que Deus não depende da perfeição dos cristãos para vindicar o próprio caráter no juízo". E apresenta então cinco argumentos para acalmar aqueles que estão preocupados por não possuírem um caráter perfeito:


1 - Cristo já vindicou o caráter e a Lei de Deus e refutou as acusações de Satanás. São usadas, entre outras, as seguintes citações:


“por sua vida e morte, provou Cristo que a justiça divina não destrói a misericórdia, mas que o pecado pode ser perdoado, e que a lei é justa, sendo possível obedecer-lhe perfeitamente. As acusações de Satanás foram refutadas” (O Desejado de Todas as Nações, p. 540, 541).


“Por meio da obra redentora de Cristo, o governo de Deus fica justificado. […] As acusações de Satanás são refutadas, e revelado seu caráter” (O Desejado de Todas as Nações, p. 12-14);


2 - Já existiram outros homens santos além de Jesus, os quais também contribuíram para vindicar o caráter de Deus;


3 - Os autores da "teologia da última geração" se perderam na ênfase dos seus estudos. Colocam a demonstração de fidelidade dos 144 mil acima da demonstração de fidelidade de Cristo;


4 - Ainda que um grupo grande de cristãos vivesse uma vida santa, isso não serviria para desbancar as diversas acusações que Satanás faz contra Deus.


5 - Deus é onipotente e não depende de nenhuma de suas criaturas para nada.


Agora, reflitamos um pouco sobre cada um desses cinco pontos:


O ponto 1 apregoa que o ministério terrestre de Cristo deu fim ao Grande Conflito. É uma afirmação bastante atraente e, em um primeiro momento, parece inquestionável. Os dois textos inspirados que foram apresentados são também bastante claros e, a meu ver, não foram tirados de contexto. O que ocorre, entretanto, é que o autor pode ter interrompido a leitura do livro O Desejado de Todas as nações antes do fim. Ele cita as páginas 540 e 541 como prova de que Jesus acabou com todos os argumentos de Satanás e encerrou o Grande Conflito na cruz. Entretanto, quem persistir na leitura do livro O Desejado de Todas as Nações encontrará, um pouco mais adiante, mais especificamente na página 762, o seguinte trecho:


"Por Sua vida e morte, provou Cristo que a justiça divina não destrói a misericórdia, mas que o pecado pode ser perdoado, e que a lei é justa, sendo possível obedecer-lhe perfeitamente. As acusações de Satanás foram refutadas. Deus dera ao homem inequívoca prova de amor.

Outro engano devia ser então apresentado. Satanás declarou que a misericórdia destruía a justiça, que a morte de Cristo ab-rogava a lei do Pai. Fosse possível ser a lei mudada ou ab-rogada,

então não era necessário Cristo ter morrido. Ab-rogar a lei, porém, seria imortalizar a transgressão e colocar o mundo sob o domínio de Satanás. Foi porque a lei é imutável, porque o homem só se pode salvar mediante a obediência a seus preceitos, que Jesus foi erguido na cruz. Todavia, os próprios meios por que Cristo estabeleceu a lei, foram apresentados por Satanás como destruindo-a. A esse respeito sobrevirá o derradeiro conflito da grande luta entre Cristo e Satanás (...)

A guerra contra a lei divina, começada no Céu, continuará até ao fim do tempo. Todo homem será provado. Obediência ou desobediência, eis a questão a ser assentada por todo o mundo. Todos serão chamados a escolher entre a lei divina e as humanas. Aí se traçara a linha divisória. Não existirão senão duas classes. Todo caráter será plenamente desenvolvido; e todos mostrarão se escolheram o lado da lealdade ou o da rebelião. Então virá o fim. Deus reivindicará Sua lei e livrará Seu povo."


Aqui podemos ver que o Grande Conflito não se encerrou na cruz. Antes, ali foi inaugurada uma nova fase do combate, em que Satanás levantou contra Deus novas acusações, as quais são proferidas no seguinte tom: "se Jesus pode simplesmente tomar o lugar de um pecador, perdoá-lo, dizer que ele é justo e prometer-lhe a vida eterna, ainda que depois esse pecador continue tão pecador quanto sempre foi e siga a desrespeitar a Lei de Deus, enfim ela não precisa mais ser cumprida, pois é apenas um pedaço de papel com alguma coisa nele escrito. E se todo rebelde à Lei de Deus pode viver eternamente se apenas afirmar crer em Jesus, a despeito de sua vida iníqua, eu também afirmarei crer em Jesus, seguirei com minha vida iníqua e requisitarei a eternidade. Deus deixa os homens em paz em suas vidas de pecado e depois os leva ao céu apenas chamando-os de santos ou os santificando à força por meio de Sua onipotência. Por que então a perseguição comigo? Por que não posso também seguir em paz com minha vida de pecados e ser reintegrado ao céu se apenas disser da boca pra fora que creio em Cristo? Se Deus aceitará diante de si criaturas completamente pecadoras, fazendo de conta que elas não o são apenas porque decidiu chamá-las de santas, é porque reconheceu que Sua lei precisa ser afrouxada, pois é dura demais, o que afinal eu tenho dito desde sempre... E se Sua lei for afrouxada, exijo que eu seja inocentado, pois foi ela que me condenou. Agora se Deus quer imputar justiça nos homens e preservá-los nesse estado santo retirando-lhes forçosamente o livre arbítrio, da mesma forma reconhece que Sua lei só pode ser guardada por criaturas programadas para a estrita obediência. Assim fica provado que a Lei de Deus não pode ser guardada por seres livres e inteligentes, salvo alguns poucos com quem Deus foi misericordioso. Logo, eu jamais poderia ter escolhido para mim outro destino que não a apostasia e a destruição. Em resumo, Deus é arbitrário e eu fui injustiçado por Ele."


Essas são sérias acusações que precisam ser desmascaradas. Como? Mostrando ao universo de forma contundente que o homem que Jesus torna justo permanece justo, em harmonia com a Lei de Deus, ainda que permaneça livre. O argumento da Revista Adventista é incompleto, pois ao que parece não levou em conta trechos importantes do próprio livro que citou.


O ponto 2 é um estranho argumento. Está sendo dito que existiram homens santos além de Jesus e que isso também contribuiu para reivindicar o caráter de Deus diante das acusações de Satanás. Estranho que o autor tenha levantado esse argumento após insistir em que a morte de Jesus, sozinha, foi de uma vez por todas suficiente para reivindicar o caráter de Deus. Ao afirmar que mais pessoas participaram na frente de combate contra Satanás, o autor está diminuindo a própria explanação que fez anteriormente. No final, de modo confuso, está dizendo que mais pessoas de fato contribuíram. Isso, antes de rejeitar, legitima a ideia da necessidade de um povo santo. A respeito do próprio Enoque, que é citado na revista como um daqueles que ajudaram a argumentar contra Satanás, a Irmã White escreveu:


"Pois bem, Enoque era um representante daqueles que estarão sobre a Terra quando Cristo vier, e que serão trasladados ao Céu sem provar a morte." — Sermons and Talks, 32.


"Enoque tinha tentações assim como nós. Estava rodeado de uma sociedade que não era mais propícia à justiça do que aquela que nos rodeia. O ar que ele respirava estava impregnado de pecado e corrupção, como o nosso; contudo, levava uma vida de santidade. Não se manchava com os pecados que predominavam na época em que vivia. Nós também podemos permanecer puros e incontaminados." — Testemunhos para a Igreja 2:122. Eventos Finais p.71


Do que podemos entender que Enoque não apenas argumentou contra Satanás por meio de uma vida santa, como ainda estará representado por um grande número de crentes santos no dia final. A Revista Adventista, entretanto, enxerga como desnecessária essa prova adicional para o encerramento do Grande Conflito.

Agora veja que estranho relato da história isso implica: o Grande Conflito teria sido resolvido no ano 33, mas o mundo teria seguido seu rumo de sofrimentos até o ano de 1844, apenas em razão da necessidade de se cumprirem profecias. Ocorrida então a última profecia bíblica de tempo, as 2300 tardes e manhãs, em 1844, seria então necessária a pregação do evangelho a todas as nações para a volta de Cristo. Uma vez essa tarefa realizada por uma igreja morna, de repente haveria uma súbita santificação e a volta de Jesus.

Tal relato carrega diversos problemas, entre os quais: por que Deus teria registrado na Bíblia séculos e mais séculos de profecias se de fato sabia que já teria os elementos necessários para encerrar o Grande Conflito logo após a morte de Cristo? Não seria esse um Deus sádico? Se a santificação do povo de Deus não é exatamente uma necessidade, o que está faltando para o êxito da pregação do evangelho a todas as nações é apenas tecnologia e dinheiro? Não é uma estranhíssima coincidência o fato de que, cerca de 2000 anos após o suposto encerramento do Grande Conflito, Jesus finalmente retorna em glória justamente no momento em que há na Terra um considerável grupo de pessoas santas, conforme Apocalipse 14 esclarece?

De fato, não se trata de uma coincidência. Considere a seguinte cronologia: no ano 33, Jesus rechaça as acusações de que Deus é tirano. Satanás rearticula sua estratégia e passar afirmar que a Lei de Deus já não tem importância, pois todos agora podem ser perdoados e salvos sem guardá-la. Jesus segue para Seu ministério sacerdotal, a fim de interceder pelos pecadores e tirá-los da miséria. No ano de 1844, segue para o lugar santíssimo, onde passa a apagar os pecados de Seu povo. Ao mesmo tempo, Seus seguidores, já justificados, estão em jejum e oração, confessando seus pecados e eliminando-os de sua vida, confiantes no trabalho do Sumo Sacerdote. Enquanto são santificados, são dotados de poder para pregar o evangelho a todas as nações. Quando enfim encerram seu dever evangelístico, estão de tal modo feitos semelhantes a Cristo e desprezam de tal maneira o pecado, que podem já ser considerados cidadãos do céu. O Grande Conflito pode ser encerrado: Deus tem uma amostra incontestável para escancarar ao universo a falsidade das acusações de Satanás quanto à razoabilidade de Suas leis. Jesus pode imediatamente voltar, pois


"Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus." Eventos Finais p.39


Portanto, a vida dos santos homens do passado não é suficiente, pois Cristo espera a REPRODUÇÃO PERFEITA de Seu caráter em Seu povo. Isso ainda não aconteceu e precisa acontecer. Deus deseja resolver o Grande Conflito de forma definitiva e sem deixar dúvidas.


O argumento 3 da Revista Adventista é basicamente o argumento 1 colocado de outra forma. Ali se afirma que há exagerada ênfase em um glorioso feito dos perfeitos cristãos ao passo que é menoscabada a conquista de Jesus na cruz. O autor parece sugerir que há duas coisas distintas, que não se conectam: a vitória de Jesus na cruz e a vitória do povo santo nos dias finais. Aqui ele se equivoca: nem os textos da Irmã White e nem os do Pr. Andreasen ou os do Pr. Douglass diminuem a vitória de Cristo diante da vitória de Sua igreja. Na verdade, trata-se tudo de uma vitória só... Se Cristo é o comandante de Seu povo, não seria Ele o principal homenageado após a vitória final na guerra contra Satanás? Não seria dEle a glória pelo sucesso na batalha? A vitória do povo de Deus é gloriosa justamente porque, de uma vez por todas, estabelece como bem sucedido o plano da redenção, pensado e executado por Deus Pai e Jesus Cristo.


O argumento 4, por sua vez, diz o seguinte: diante das acusações que Satanás faz contra o caráter e Lei de Deus, a vida impecável de um povo santo não prova absolutamente nada. Peço aqui que o leitor leia novamente, com atenção, a página 762 do livro O Desejado de Todas as Nações, especialmente esses dois trechos:


"Foi porque a lei é imutável, porque o homem só se pode salvar mediante a obediência a seus preceitos, que Jesus foi erguido na cruz. "


"A guerra contra a lei divina, começada no Céu, continuará até ao fim do tempo. Todo homem será provado. Obediência ou desobediência, eis a questão a ser assentada por todo o mundo. Todos serão chamados a escolher entre a lei divina e as humanas. Aí se traçara a linha divisória. Não existirão senão duas classes. Todo caráter será plenamente desenvolvido; e todos mostrarão se escolheram o lado da lealdade ou o da rebelião. Então virá o fim. Deus reivindicará Sua lei e livrará Seu povo."


O autor da Revista Adventista, por desconhecer essa segunda fase do Grande Conflito, falha em compreender que o povo de Deus, após a morte de Cristo, foi mergulhado de vez na batalha. Agora é o caráter do povo justificado por Cristo que está sendo provado. O fracasso na formação de um povo santo significaria, Deus aqui tenha misericórdia de mim, o fracasso da própria cruz de Cristo. Satanás está a postos para debochar de uma expiação que não possui poder de remover pecados e erguer criaturas caídas à estatura de cidadãos do céu. Como vimos na última postagem, é nesse cenário que reside a ameaça ao Trono de Deus.


Por fim, o argumento 5 afirma que o Grande Conflito já se encerrou porque Deus é onipotente. Na verdade, uma implicação desse argumento é que na verdade o Grande Conflito nunca existiu, exatamente. Se Deus possui amplo poder sobre tudo e usa esse poder desenfreadamente, independentemente de outros valores que muito ama, como a liberdade, a inteligência e o amor espontâneo, de fato pode conduzir o Grande Conflito do modo como desejar: chama um de justo aqui, outro de ímpio ali, faz um de ímpio e outro de justo, condena aqui, perdoa ali, quando deseja e do modo que Lhe convém. Seguramente, em algum momento se cansará de toda essa grande brincadeira de Grande Conflito, condenará alguns, salvará outros, restabelecerá Seu reino e tudo ficará bem, até se entediar de novo...

O capítulo 1 do livro Patriarcas e Profetas deixa muito claro que não é esse o tipo de onipotência que Deus exerce. Calvinismo e Grande Conflito são água e óleo. Harmonizá-los é tarefa impossível. Deus trabalha não tanto pela força, mas pelo convencimento.


Os adventistas não sabem dizer se ainda existe Grande Conflito. Depois de tudo isso, arrisco-me a apontar um porquê: os teólogos adventistas afirmam que não, mas os fatos apontam que sim. É realmente de se dar nós na cabeça que um dos nossos principais livros evangelísticos seja o próprio O Grande Conflito, enquanto nossos mais importantes teólogos afirmam que esse Grande Conflito não existe mais, uma vez que já foi provado tudo quanto havia para ser. Essa é uma afirmação difícil de sustentar, ademais, se feita cuidadosa leitura do livro O Desejado de Todas as Nações, outro importante livro denominacional.

Fica claro ainda, pelas implicações do último argumento apresentado no artigo da Revista Adventista, que o completo entendimento do Grande Conflito simplesmente não se encaixa com a teologia calvinista. Há uma clara necessidade de escolher um em detrimento do outro. Escolhendo o Calvinismo e a onipotência divina predestinadora, o Grande Conflito se torna um teatro em que Deus, sozinho, prova o que quer e quando quer, aliás apenas para si mesmo! Estranho conflito esse! Por outro lado, quando se escolhe a explicação do Grande Conflito, é necessário rejeitar que Deus exerce completa onipotência a despeito da inteligência, liberdade e arrazoamento de suas criaturas. Aqui é importante entender que Deus possuir completo poder é muito diferente de Ele exercer completo poder. E por fim, ao retratar a crença na formação de um povo santo nos últimos dias como uma mera teologia solta no ar, ao invés de um aspecto fundamental e parte integrante do Grande Conflito, as revistas adventistas logram ainda produzir preconceito na membresia.

As principais vítimas dessa confusão teológica, a meu ver, são os jovens adventistas, que ainda lutam por sustentar uma vida cristã sadia e que ainda não se renderam ao cinismo de viver em paz enquanto carregam pecados acariciados. Como se a pós-modernidade sozinha já não fosse suficiente para empurrá-lo para uma vida sem sentido, vaga e carente de propósito, o jovem adventista é ainda levado a crer, pelos artigos e sermões de sua liderança, que não precisa se preocupar com a formação de um caráter celestial e que Deus não precisa de seus esforços. Passa assim seus dias, a cantar que não sabe por que não tem motivação, nem mesmo sabendo dizer o que é fracasso e o que é derrota na vida cristã. Tal é o efeito, a meu ver, da reformulação calvinista e evangélica do Grande Conflito, que apaga a verdade contida nessa poderosa mensagem. Ao jovem adventista, que está ansioso por ir com Jesus à guerra e tem uma clara intuição da realidade e intensidade desse conflito, é dito: "volte para sua casa, filho, pois não existe guerra nenhuma. Isso é coisa da sua cabeça".


Que nos abençoe e nos dê coragem!


Um grande abraço a todos,

Lucas

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